Papo reto com Felipe Kosouski, Software Engineer nos projetos da ateliware

Felipe Kosouski, Software Engineer, mostra, no Papo Reto de hoje, que superar desafios é viciante - especialmente quando se pode contar com o apoio de outras pessoas interessadas em, a partir de uma curiosidade insaciável, seguir para novas etapas ao mesmo tempo em que compartilham experiências. Profissionais de desenvolvimento isolados, destaca, não existem.

Reinaldo Zaruvni

Reinaldo Zaruvni

October 28, 2021 | leitura de 4 minutos

people

Experimente. Novidades surgem a todo momento. Basta olhar com carinho para o que você faz no dia a dia para tentar algo inédito. Mesmo o contato constante com ações executadas por terceiros não torna pessoa alguma imune ao brilho, ao frio na barriga de empreendê-las por si.

Tome como exemplo o que conta Felipe Kosouski, Software Engineer que se dedica a projetos da ateliware e começou a atuar com TI em 2012. "Desde que entrei no mercado, nunca cheguei a me afastar da área, apesar de não ter trabalhado esse tempo todo com desenvolvimento." O Papo Reto de hoje mostra que, quando há paixão, descobertas vêm também.

Felipe iniciou seu caminho profissional prestando suporte técnico a outros setores e ri ao citar demandas comuns a quem compõe esse cenário: "Ah, configura a internet aqui pra mim... Formata meu PC!" Revela que, a partir daí, pegou gosto pelo que faz.

A decisão de sua formação, entretanto, veio muito antes, ainda no Ensino Médio. "Conversávamos no colégio e 'ah, o que você vai fazer?' Ninguém sabia muita coisa, então 'eu gosto de jogar videogame', 'eu gosto de mexer com computador'. Na época não tínhamos nem noção de onde estávamos nos enfiando", diz, gargalhando.

Fake news!

Enquanto cursava Tecnologia da Informação/Sistemas da Informação na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em 2014, Kosouski iniciou um estágio que, segundo ele, alavancou sua carreira, pois permitiu que avançasse de projetos "simples" a outros mais ousados. "Fui me aprofundando tecnicamente de verdade em desenvolvimento", defende - tendo entrado na ateliware em agosto de 2020.

"Sempre fui muito curioso. Acredito que essa é uma característica muito forte de pessoas que trabalham com TI. A gente gosta de desmontar coisas, montar coisas, ver se funciona, ver se não funciona. Fazia muito isso quando era menor", destaca o engenheiro, o que, afirma, se traduz na possibilidade de que dê conta de tarefas inéditas. "Desafios é que nos movem", acredita - indicando que os encontra, inclusive, em jogos eletrônicos, um de seus principais hobbies.

Tentativa e erro, aliás, é um de seus mais valiosos recursos na rotina de resolução de problemas de programação; assim que os supera, sente uma satisfação que considera viciante: "Quando o negócio começa a funcionar, quando vê que algo dá certo, você quer sempre mais e mais. Até hoje muita coisa é muito difícil para mim", reconhece - ainda que enxergando em obstáculos eventuais degraus para o aprimoramento contínuo.

Como continua avançando? Com apoio. "Em nossa profissão, podemos pedir ajuda a outros sem medo. Temos uma comunidade muito boa. Inclusive, vejo uma grande abertura para isso na ateliware, e não é raro que colegas tenham enfrentado empecilhos semelhantes àqueles com os quais nos deparamos", descreve Felipe, reforçando a importância da troca de experiências que a empresa tanto valoriza.

"No mais, não existe aquela figura do programador sentado no cubículo dele com o fone de ouvido e trabalhando sozinho. Na área de desenvolvimento, você tem que trabalhar junto com outras pessoas. Você depende de soluções de outras pessoas", pontua.

Deu match!

Kosouski tem tudo a ver com a ateliware. Afinal, aqui, experimentamos, erramos, aprendemos rápido, corrigimos a rota e seguimos em frente. Tudo para construir resoluções de longo prazo que fazem a diferença para negócios desde a primeira entrega.

Felipe conta que o primeiro contato conosco se deu "sem muitas expectativas" e que, dias após uma entrevista inicial, disseram a ele que as vagas disponíveis já haviam sido preenchidas, mas que seu currículo permaneceria em um banco de dados para futuras oportunidades. Aí, pensou: "Puts, nunca mais!"

Entretanto, relembra, viu nessa situação o primeiro diferencial de nosso ateliê, uma vez que um tempo depois foi convocado novamente pela equipe e dispensado das etapas iniciais do processo seletivo pelas quais já havia passado. "É por isso que me interessei em trabalhar na ateliware. Achei muito maneira a abordagem. Foi a primeira empresa que agiu dessa maneira comigo. Acabou dando certo!"

Comunicação e transparência, finaliza, é o valor fundamental no qual acredita e que encontrou neste ambiente em que frequenta há mais de um ano. "Sei que pode parecer 'puxa-saquismo', mas esta é uma qualidade que temos de enaltecer. Consigo conversar tranquilamente com todos. É algo sensacional. Esse valor engloba todos os outros, tornando-os um só." Estamos juntos nessa caminhada, Felipe!

Calma, não vá embora ainda. Felipe tem algumas indicações para você:

  • Vai um filme aí? Que tal O nevoeiro?
  • Prefere uma série? Aposte em A maldição da residência Hill!
  • Tem livro também! O cemitério, de Stephen King.
  • Se quer um jogo, The Last of Us Part II!

Não deixe de conferir artigos desenvolvidos por Kosouski aqui, no blog da ateliware.

Reinaldo Zaruvni
Reinaldo Zaruvni

Content Producer | Formado em Letras ­– Inglês pela UFPR, assina centenas de artigos em diversos sites, como TecMundo e Curitiba Cult. É também editor de textos, revisor, tradutor e audiodescritor.

LinkedInInstagram