Papo reto com Felipe Kosouski, Engenheiro de Software nos projetos da ateliware

O nosso core business é desenvolver produtos digitais sob medida para diferentes clientes considerando todas as suas particularidades. Por isso, contamos com profissionais que focam em entregas de qualidade e em grandes aprendizados. Trocamos uma ideia com o engenheiro de software Felipe Kosouski para saber como é trabalhar nos projetos da ateliware.

Isabella Viana

Isabella Viana

July 27, 2021 | leitura de 8 minutos

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O core business da ateliware é desenvolver produtos digitais sob medida para diferentes clientes levando em conta todas as suas particularidades. Este olhar atencioso se estende também aos colaboradores que trabalham em nossos projetos porque sem eles nada seria possível!

Durante todos os processos de desenvolvimento de produto são consideradas as tecnologias, ferramentas e processos que melhor atendam as demandas que possuímos para que seja uma jornada leve e proveitosa. Por isso, contamos com profissionais que focam em entregas de qualidade e em grandes aprendizados.

Para que você conheça mais sobre a ateliware, nada melhor do que chamar quem está no dia a dia dos projetos para contar como "navegamos por aqui". Por isso, chamamos o Felipe Kosouski, Engenheiro de Software nos projetos da ateliware, para contar um pouquinho sobre sua trajetória e como é o nosso dia a dia por aqui.

1. Quais são suas principais responsabilidades nos projetos da ateliware?

Além de atuar como desenvolvedor fullstack, trabalhando tanto no no back-end, quanto no front-end e  na correção de atividades, agora também sou tech leader do projeto da Avaliei. Quando entrei nele eram 5 pessoas atuando em duas frentes diferentes, e consideraram que poderíamos ser divididos em duas equipes. Sendo assim, após as mudanças no time, me tornei tech leader de uma delas. Com essa separação agilizamos bastante as atividades, tendo o Lauri, CTO na ateliware, como apoio.

Como tech leader, minha principal atividade é ficar de olho nas atividades que precisam ser feitas, mas isso não quer dizer que eu deixei de "colocar a mão na massa". Nesse papel, acabo sendo também um ponto de referência. Caso alguém do projeto tenha alguma dúvida, eu direciono essa pessoa nas atividades, ou então para algum caminho de aprendizagem. Além da gestão de tarefas, também tenho muito contato com o cliente. Sempre estou à frente puxando as reuniões de acompanhamento e validação. Para isso, é muito importante ter conhecimento técnico e comunicação, ou seja, sempre ter "um pé nas hard skills e o outro nas soft skills".

2. O que te motiva a trabalhar nos projetos da ateliware?

Principalmente a dinamicidade. Tudo na empresa é dinâmico. Apesar de estar há pouco tempo nos projetos da ateliware, vejo como estamos sempre nos adaptando e crescendo dentro dos projetos. Em um posso atuar em uma frente, e em outro posso trabalhar em outra frente. Com isso, me desenvolvo profissionalmente de diversas formas. Essa dinamicidade no dia a dia me motiva a não ficar parado fazendo a mesma coisa para sempre. É sempre ágil e desafiador, além de ser muito compensador e divertido.

Além disso, sentimos que dentro dos projetos nós fazemos a diferença. Como são equipes pequenas, você consegue ver como cada atividade que você faz, ou cada feature que desenvolve contribui para o produto final. Você vê a sua importância no desenvolvimento do produto, independente do seu nível de conhecimento técnico.

3. O que mais gosta na empresa?

Gosto da interação da empresa como um todo. Quando comecei a trabalhar nos projetos da ateliware já era 100% remoto, e a maneira como a empresa tem tratado e se adaptado ao trabalho remoto tem sido um diferencial por facilitar a comunicação entre os colaboradores e entre diferentes áreas.

No que se refere à parte técnica, me chama muito a atenção termos colegas muito bons e isso é um diferencial porque na ateliware há muita oportunidade de compartilhar conhecimento. Ninguém tem preguiça de ensinar e/ou aprender. A interação que há entre as equipes faz com que todos consigam compartilhar informações e agregar conhecimentos aos colegas. Conversar com quem tem mais experiência de forma tão aberta quanto a empresa proporciona é muito motivador e produtivo.

4. Conte um desafio que já vivenciou e o que aprendeu com ele.

Todos os dias passamos por situações que nem sabemos nem como começar a atividade, mas eu tive duas experiências marcantes.

A primeira delas foi quando o Peterson me perguntou se eu já tinha trabalhado com React e Gatsby. Eu ainda não conhecia essas tecnologias, e apesar de ter exposto isso, ele me chamou para o desafio de tocar o site da ateliware. "Caí de paraquedas" nesse projeto sem nenhum conhecimento prévio das tecnologias que o site estava usando, tive que correr atrás de me desenvolver e venci o desafio!

A segunda, foi no projeto em que estou atuando no momento. Nele eu também comecei a trabalhar com uma linguagem (Python) que nunca tinha usado antes. Conversando com a equipe, lendo os arquivos e documentações, hoje eu me sinto confortável para atuar no projeto com autonomia e já consigo ajudar outras pessoas.

Durante o tempo de aprendizado nestes desafios não podemos ter medo, como o medo de mexer numa linguagem e escrever o código errado, ou então o medo de perguntar quando não se sabe algo. Na ateliware há muito encorajamento tanto para arriscarmos, quanto para levantarmos a mão e pedirmos ajuda da equipe sempre que preciso. A cobrança sempre existe, mas a maior cobrança que pode existir é a que vem de dentro. É importante aprender a lidar com isso e não deixar isso te impedir de usufruir do aprendizado em equipe. Durante esse tempo de aprendizado, tive suporte de um profissional responsável tecnicamente pela equipe, que direcionava o time e me tranquilizava em relação às cobranças - alguém que auxiliava a perder medo de levantar e arriscar. Essa pessoa costumava dizer que "isso a ateliware tem de sobra".

Mais importante que você saber as tecnologias em si, é você saber bem os fundamentos da lógica. A tecnologia é só uma ferramenta que você utiliza.

5. Como você vê a ateliware no futuro?

A ateliware está passando por uma expansão internacional de seus projetos e consolidando a cultura remote first de forma muito positiva. Isso faz com que, mesmo distantes, nos sintamos muito próximos. Essas ações, externas e internas,  têm feito a empresa caminhar em um rumo muito positivo. Tenho certeza de que a ateliware ainda tem muito chão para conquistar, ainda mais com a qualidade que há nas entregas dos produtos e com o grande conhecimento dos profissionais que auxiliam nos projetos, além da sede que todos têm de compartilhar conhecimento e de aprender.

Também gosto muito de um lema da ateliware: "experiment, fail, learn and repeat". Isso é o que faz com que a ateliware tenha um futuro muito próspero em diversos projetos.

6. Que dicas você daria para quem quer começar a trabalhar nos projetos da ateliware.

Para que você consiga trabalhar bem nos projetos da ateliware, é importante ter um conhecimento técnico, mesmo que básico. É impossível saber tudo, mas é importante saber um pouco sobre como funcionam algumas questões. Por exemplo: conexão com API, como funciona back-end, front-end, e noções de Cloud - mesmo se forem conhecimentos básicos, eles serão cada vez mais desenvolvidos nos projetos.

Além disso, é importante ter proatividade! Por mais que sempre haja muita colaboração nos projetos da ateliware, essa é uma das soft skills mais bem vistas no mundo da tecnologia - o famoso "saber pesquisar no Google".

Outra dica de ouro: sempre mantenha seu github atualizado, com projetos e cursos que você vem desenvolvendo e participando.

Por último, mas não menos importante: não tenha medo de aprender coisas novas!

7.  Como você apresentaria a ateliware para quem ainda não a conhece?

A ateliware é uma empresa focada em capacitar e desenvolver os colaboradores, com talks, cursos e compartilhando conteúdos no blog. Ela gerencia bem toda a interação entre os profissionais mesmo de maneira remota, fazendo com que todos se sintam bem trabalhando em conjunto.

É uma empresa que tem produtos internos fantásticos, como a minestore, Pipefy e logo mais todos conhecerão a Trio.

Apesar de trabalhar tecnologias muito utilizadas, como Ruby, Elixir e Python, não tem linguagens de estimação. A ateliware busca atender de forma muito assertiva a demanda do cliente, considerando as necessidades e estudando a melhor linguagem para atender o que o cliente precisa.

Na ateliware, o esforço de todos é recompensado. Se você corre atrás, faz o que tem que fazer, é recompensado sim. Aqui todos enxergam e conhecem o que você faz e quem você é.

Eu diria que a ateliware é uma empresa acolhedora, que consegue ser aconchegante mesmo remotamente, uma empresa dinâmica, atual, que apresenta colaboradores super capacitados e que estão sempre dispostos a ajudar e compartilhar conhecimento. Com certeza todos os que auxiliarem nos projetos da ateliware vão ter um crescimento excepcional!


Felipe Kosouski é engenheiro de software nos projetos da ateliware. Formado em Tecnologia da Informação pelo IF-PR, é aficcionado por tudo que envolve tecnologia. Amante de games, música, cafés, cervejas, RPG, artes marciais, suspenses e terror, além de jogador de Airsoft aos domingos pela manhã.

Isabella Viana
Isabella Viana

Head of People | Psicóloga, atualmente trabalha com recrutamento e área de People na ateliware. Apaixonada por pessoas e por tudo o que envolve melhorar o ambiente nas quais elas estão.

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