Papo reto com Germano Lodi, engenheiro de software nos projetos da ateliware

O #teamateliware é composto por pessoas diferentes que, juntas, formam uma equipe incrível! Quer saber mais sobre nosso dia a dia de trabalho? Então, acompanhe a série “Papo Reto”, onde entrevistamos nossos colaboradores para saber como é trabalhar aqui. Nossa primeira conversa é com Germano Lodi, engenheiro de software e líder de tecnologia.

Isabella Viana

Isabella Viana

May 25, 2021 | leitura de 7 minutos

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Na ateliware consideramos os colaboradores como a parte mais importante para cumprirmos a nossa missão. O #teamateliware é composto por pessoas diferentes que - juntas - agregam e formam uma equipe de sucesso. Sendo assim, se queremos apresentar a ateliware para você, nada melhor do que pedir para quem está no dia a dia dos projetos contar como "navegamos" por aqui.

Por isso, chamamos o Germano Lodi, Engenheiro de Software nos projetos da ateliware, para contar um pouquinho para você sobre sua trajetória e como é o dia a dia nos projetos.

1. Quais são suas principais responsabilidades nos projetos da ateliware?

Atualmente, atuo como tech leader líder de tecnologia de um projeto em 3 frentes principais: desenvolvimento, gerenciamento de projetos e no acompanhamento da equipe.

No desenvolvimento eu coloco muito a mão na massa! São horas "codando na tela preta" programando e trabalhando, junto a uma equipe bastante horizontal, na construção de produtos digitais. Por desempenhar o papel de tech leader, nessa frente também defino a arquitetura e o conjunto de tecnologias que serão usadas na solução. A partir da minha experiência e conhecimento nessa área, também consigo dedicar parte de meu tempo treinando outros profissionais que estão no início de suas carreiras.

Depois, tem o gerenciamento de projetos. Na ateliware nós trabalhamos com escopo aberto, onde o projeto é dividido e entregue em partes. Como líder de projeto, cabe a mim direcionar as atividades aos demais membros do time. Também sou eu quem faço a ponte entre o cliente e peço para ele nos dar suas devolutivas. Às vezes eu converso com o líder técnico do cliente, às vezes com o PO Product Owner ou até mesmo com empresas terceirizadas - depende muito do projeto. Uma das tarefas mais desafiadoras em todo esse gerenciamento é conseguir comunicar a situação do projeto para pessoas com perfis, níveis técnicos e necessidades diferentes. Saber escolher bem recursos gráficos, timing agir na hora certa e até a "língua" que cada situação exige é algo fundamental no meu dia-a-dia.

Ah, e também já aconteceu de treinar a equipe do cliente, que não tinha conhecimento técnico sobre uma tecnologia que estávamos usando na época.

Por último, mas jamais menos importante, tem o acompanhamento do time, que é o alinhamento com a equipe, os sócios e com a área de People para que a gente consiga trabalhar no dia a dia com bastante transparência e harmonia.

2. Tem alguma atividade que você gosta mais? 

Estou fazendo um MBA de gerenciamento de projetos e essa é a parte que eu mais gosto no meu dia a dia. Assim, posso garantir que os projetos estarão sempre muito bem alinhados, sem nenhuma ponta solta, algo que influencia bastante no resultado final do projeto. Por eu amar matemática desde bem pequenininho, acho muito importante aplicar estatística para efetuar sempre entregas ágeis, confiáveis e de qualidade.

Gosto tanto dessa área que até escrevi conteúdos sobre isso para o blog da ateliware.

3. O que te motiva a trabalhar nos projetos da ateliware?

Usar a tecnologia e todos os meios possíveis para solucionar problemas. Nem sempre o cliente tem uma visão nítida do problema que tem. Então, o ajudamos desde a parte do discovery, onde identificamos exatamente o que ele precisa, até a construção de algo mais robusto e escalável, sempre utilizando as melhores tecnologias e buscando algo pronto para o mercado.

Isso é algo que me motiva bastante aqui! Tudo isso, estando ao lado de pessoas muito bem qualificadas, que estão sempre abertas para compartilhar e ensinar o que sabem. Eu diria que eu tenho plena confiança de que estou trabalhando ao lado de bons profissionais.

4. O que mais gosta na empresa?

A transparência e como nós priorizamos a qualidade do que está sendo entregue em todas as partes. Também gosto do quanto compartilhamos conhecimento e até mesmo dificuldades. Aqui tem pessoas dispostas a te ajudar a encontrar soluções. Já fui a pessoa que ajudou alguém a apagar um "incêndio", e já fui a pessoa que precisou pedir ajuda para isso.

5. Conte um desafio que já vivenciou e o que aprendeu com ele.

Em um projeto bastante complexo, após entregar a solução e começar a resolver o problema do cliente "em produção", o cliente enxergou uma possibilidade muito boa de vender esse mesmo produto, e seu valor de negócio, para o mercado como um serviço.

Quando construímos o produto, sabíamos de algumas de suas limitações, e elas eram todas previsíveis e sob controle. Para explorar essa nova oportunidade que surgiu, precisávamos mudar muita coisa no sistema buscando níveis de performance, confiabilidade e estabilidade que as tecnologias que estávamos usando não atendiam.

Para isso, precisei praticamente re-aprender a programar! As novas ferramentas que precisaríamos implementar dali pra frente exigiam uma abordagem completamente diferente de infraestrutura e de paradigma de programação.

Claro que teve muito suor, mas a experiência foi muito gostosa. Amo o que eu faço, e situações assim acontecem no dia a dia de ateliware. Você precisa achar o conjunto de soluções que se adeque ao problema a ser resolvido da maneira mais elegante, performática e confiável. Fazer isso exige aprender coisas novas todos os dias.

6. Como você vê a ateliware no futuro?

Em Curitiba e em todo o Brasil, vejo a ateliware se tornando uma referência tecnológica, crescendo de maneira exponencial. 

Aliás, nós já somos referência em Ruby e em Elixir. Temos um pacote coleção de códigos usados para um determinado fim de Elixir desenvolvido 100% pela ateliware e que está sendo utilizado por muitos outros desenvolvedores em seus próprios projetos. O potencial técnico e de organização que temos por aqui é muito grande.

Além disso, tem a internacionalização, que não é só um planejamento, mas uma realidade. Isso já está acontecendo e animando todos os colaboradores, porque recebemos o suporte para crescer tecnicamente e junto com a empresa nessa nova jornada.

7. Dicas para quem quer começar a trabalhar nos projetos da ateliware.

A primeira dica que eu daria é: tenha abertura para aprender e para ensinar. Isso é bastante valorizado por aqui! Por conta disso, minha segunda dica seria: não seja "viciado" em uma linguagem de programação. Tenha a mente aberta para aprender novas tecnologias, se adaptar e continuar evoluindo, sempre buscando dar um passo a mais.

Outra dica é entender que programação é só uma das formas de se resolver um problema. A tecnologia é só uma ferramenta. Às vezes precisamos de outras habilidades, como a inteligência emocional, para não ficarmos desesperados diante de um desafio.

Hoje se fala muito em habilidades comportamentais e eu acredito que, ser um profissional em "T", que é muito bom em algo, mas consegue abranger todo o resto com competências de comportamento, pode ser uma boa opção.

Precisamos entender as limitações de cada um, lidar com nós mesmos, saber expor o nosso ponto, saber se expressar em determinadas situações, inclusive em discussões acaloradas. Essas habilidades são algo que dá pra aprender, dá pra construir em você. O primeiro passo é perceber isso.

8.  Como você apresentaria a ateliware para quem ainda não a conhece?

A ateliware busca resolver problemas com a tecnologia e várias outras ferramentas para isso. Utilizamos o escopo aberto porque entregamos pro cliente um pacote de funcionalidades para que, a partir delas, novas ideias possam surgir. Entendemos que tudo pode mudar com o passar do tempo, então não faz sentido sermos rígidos e seguirmos um cronograma à risca. Mas, isso não quer dizer que não temos processos. Temos toda a experiência e habilidades necessárias para trabalhar dessa forma sem perder as rédeas, atuando de forma organizada e ágil.

Se você, como o Lodi, quer trabalhar em projetos desafiadores, descomplicando o mundo dos negócios, e com uma equipe que preza por sempre se aventurar e aprender cada vez mais, dê uma olhadinha nas vagas da ateliware clicando AQUI.


Germano Lodi é engenheiro de software há 4 anos. Formado em Sistemas da Informação na Universidade Positivo, está se especializando em gestão de projetos e pessoas na UTFPR. Na ateliware, atua como líder de projetos.

Isabella Viana
Isabella Viana

Head of People | Psicóloga, atualmente trabalha com recrutamento e área de People na ateliware. Apaixonada por pessoas e por tudo o que envolve melhorar o ambiente nas quais elas estão.

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